
Tabela 2. ACHADOS AO EXAME FÍSICO DE ARTICULAÇÕES COM OSTEOARTRITE
* Marcha
alterada
* Derrame articular
* Articulação com edema firma (hipertrofia/fibropasia dos
tecidos conjuntivos)
* Crepitação
* Diminuição da amplitude de movimento
* Dor quando a articulação é manipulada
* Músculos doloridos
* Atrofia muscular da região afetada
Tabela 3. EXPECTATIVAS RAZOÁVEIS DURANTE O TRATAMENTO DA OSTEOARTRITE COM AINES
Osteoartrite leve
* Redução
acentuada da dor
* Períodos mais longos de exercícios sem dor
* Menos rigidez depois dos exercícios
* A condição irá progredir
Osteoartrite grave
* Pequeno alívio
da dor
* Aumento modesto na mobilidade
* Melhor qualidade de vida
* As alterações patológicas são irreversíveis
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As constatações de exame físico (Tabela 2) frequentemente revelam uma marcha alterada que, às vezes, é mais fácil de se reconhecer quando o animal está andando e não "trotando ou correndo". À palpação, a tumefação articular pode ser evidente e reconhecida como derrame articular, hipertrofia dos tecidos conjuntivos periarticulares ou ambos. A tumefação articular pode ser mais óbvia nos casos em que há presença de atrofia muscular. A crepitação pode ser palpável e ocorrer devido ao contato entre as superfícies articulares anormais ou devido ao movimento dos tecidos moles espessados sobre a superfície articular alterada. A manipulação da articulação afetada pode demonstrar uma diminuição da amplitude de movimento, reconhecida pela restrição física ao movimento ou pela obtenção de uma resposta dolorosa quando a articulação é manipulada. A restrição física ao movimento provavelmente seja o resultado de um espessamento da cápsula articular e da produção de osteófito. A dor é geralmente inespecífica, resultando do estímulo químico ou mecânico dos nociceptores dentro da articulação. A dor associada à osteoartrite é geralmente um tipo de dor forte, que provoca sensação dolorosa prolongada. Quando reconhecida no exame físico, a dor está geralmente associada ao estímulo mecânico dos nociceptores, que têm uma maior sensibilidade devido ao ambiente bioquímico da articulação com osteoartrite. A palpação da musculatura adjacente pode mostrar uma sensação dolorosa secundária ao esforço resultante da biomecânica alterada e da fraqueza muscular. Finalmente, as alterações musculares podem estar presentes e manifestar-se como atrofia de um membro afetado ou como hipertrofia de uma região submetida a mais trabalho. Um exemplo é o cão com displasia coxofemoral, que desenvolve um peito rijo como resposta à transferência do peso para os membros anteriores, para poder diminuir o desconforto nos membros posteriores.
Muitos proprietários associam estes comportamentos alterados e constatações
físicas ao desconforto. Outros proprietários, entretanto, não
acreditam que seus cães tenham dor porque eles não a vocalizam.
É lamentável que muitos proprietários pressuponham que
a vocalização seja um bom indicador ou até mesmo necessária
para demonstrar a presença de dor, porque os cães raramente
vocalizam o desconforto associado com a osteoartrite. Esta ausência
de vocalização é parcialmente explicada pela natureza
crônica, geralmente intensa, da dor osteoartrítica. Infelizmente,
esta associação da vocalização com o desconforto
resulta no subtratamento da dor associada com a osteoartrite, Por isso, cabe
aos veterinários educar sua clientela a respeito dos sinais clínicos
da dor, algumas vezes sutis, e do desconforto dos cães com osteoartrite.
É importante permitir que os proprietários reconheçam
não apenas os sinais clínicos da osteoartrite mas também
que reconheçam os sinais clínicos associados com a melhora resultante
do tratamento.
Muitos proprietários que têm osteoartrite, ou têm membros de sua família ou amigos acometidos por osteoartrite, parecem entender melhor a doença, o que ajuda muito quando se recomenda um tratamento. Saber que as alterações patológicas no cão são similares às encontradas em pessoas e que cães e gatos são afetados de modo similar ajuda os proprietários a aumentar seu poder de observação dos animais de estimação. Assim, por exemplo, perceber que a osteoartrite é caracterizada por uma rigidez da articulação após o repouso e que o paciente ao forçar a movimentação dessa articulação, se "aquece", eliminando a rigidez, ajuda os proprietários a reconhecer em seu animal de estimação o mesmo tipo de sinais clínicos que eles mesmos podem sentir. Os proprietários precisam ter em mente que a administração de medicamentos pode aliviar estes sinais dolorosos e melhorar a função, da mesma forma como ocorre com as pessoas. O que é razoável esperar do tratamento da osteoartrite em cães? A resposta a esta pergunta exige uma apreciação de toda a patologia da osteoartrite, bem como um entendimento da maneira pela qual os cães mostram os sinais de osteoartrite. Nos casos de osteoartrite branda, em que há dano na matriz da cartilagem articular, mas a cartilagem ainda está presente e as alterações na sinóvia, na cápsula articular, no osso subcondral e na massa muscular são leves, é razoável esperar que as manifestações clínicas sejam rigidez após o repouso e uma leve diminuição na tolerância ao exercício. O alivio da dor associada a esta condição, obtido com o uso de AINEs, pode ser quase completo, permitindo que haja períodos mais longos de exercícios sem dor e menos rigidez depois do repouso (Tabela 3). Entretanto, é preciso considerar o processo da doença e reconhecer que períodos de exercícios vigorosos podem acelerar os danos sofridos pela cartilagem, por causa do aumento no esforço sofrido pela cartilagem, que agora é anormal.
Em casos de osteoartrite grave, em que há uma limitação
grave da atividade, as expectativas relacionadas ao tratamento precisam ser
diferentes (Tabela 3). A superfície da cartilagem pode estar totalmente
destruida, resultando em contato entre duas superfícies erodidas (osso
polido). A cápsula articular está bastante espessada e a osteofitose
periarticular pode ser grave. Nestes casos, pode ser quase impossível
conseguir um aumento na amplitude funcional de movimento da articulação.
O alivio da dor é a primeira meta e isto permite que o animal possa
andar e se mostrar mais funcional, com uma melhora da qualidade de vida global.
Deve-se reconhecer que não é razoável esperar uma atividade
prolongada em um paciente como este. Para que o resultado final seja razoável,
é preciso que haja uma diminuição de demanda dos exercícios
simultaneamente com o tratamento médico. Deve-se ter em mente que a
energia necessária para a movimentação das articulações
com artrite grave é muito maior do que a exigida pelas articulações
normais. Quando este fato é considerado em conjunto com a atrofia resultante
da falta de uso dos músculos, fica muito fácil entender a incapacidade
dos cães afetados de realizar atividades que exigem esforço
físico.
Em todos os casos de osteoartrite é preciso reconhecer que o tratamento não pode envolver apenas o uso de medicamentos. É preciso minimizar os esforços físicos sobre as articulações. Ainda que haja poucas evidências provando que a obesidade por si só possa causar osteoartrite em articulações que são normais sob outros aspectos, fica bastante claro que o aumento do esforço sobre as articulações com osteoartrite é prejudicial. Por isso, o controle do peso é considerado como uma modalidade primária de tratamento. Não é razoável esperar que os medicamentos possam trazer seu maior benefício potencial quando as articulações estão submetidas a um esforço excessivo por causa da obesidade.
Da mesma maneira, os esforços físicos podem ser minimizados
pela modificação dos exercícios. As articulações
com alterações degenerativas de moderadas a graves são
incapazes de resistir aos altos esforços gerados pelas tarefas da atividade
dos cães de trabalho. Ainda que o impulso inerente destes animais faça
com frequência com que tentem realizar suas tarefas, é provável
que haja nestes casos um aceleramento dos danos sofridos pelas articulações
anormais. Modificar os exercícios para diminuir o esforço exercido
sobre as articulações é um método de tratamento
razoável. Para os animais de alto desempenho, isto pode significar
a aposentadoria ou a modificação de atividades específicas
(em número ou nível). Para os animais de estimação
mais sedentários, isto significa iniciar um regime de exercícios
regulares para estimular a manutenção da massa muscular. Estes
cães terão resultados muito melhores com exercícios regulares,
de baixo impacto, para a manutenção dos sistemas músculo-
esquelético e cardiovascular, do que com uma atividade de alto impacto
em intervalos irregulares.44'45 Nadar é uma excelente maneira de manter
a atividade muscular sem aumentar as cargas de impacto sobre as articulações.
Se a natação não for possível, uma atividade de
impacto relativamente baixo, como andar, é mais benéfica do
que uma atividade de alto impacto, como correr ou saltar.
Conclusões
A osteoartrite
é uma doença complexa, caracterizada por alterações
na cartilagem articular e também nos tecidos periarticulares. A sequência
exata dos eventos não é conhecida, ainda que uma combinação
de danos físicos e bioquímicos certamente resulte na degradação
da organização normal da cartilagem articular. Os resultado
deste processo são dor e disfunção articular. A meta
do tratamento é aliviar a dor associada com a osteoartrite e proporcionar
uma melhora funcional. Devido às mudanças estruturais que ocorrem,
é mais fácil conseguir o alivio da dor do que a restauração
da função. Expectativas razoáveis em relação
ao tratamento incluem uma melhora do conforto e um aumento modesto na mobilidade,
mas não a resolução da condição patológica
e uma cura completa. O resultado mais satisfatório será alcançado
combinando o alivio da dor com modificações do exercício
e um controle do esforço exercido sobre as articulações.
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Caso desejem
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Trabalho extraído da revista TOPICS EM MEDICINA VETERINÁRIA PARA PEQUENOS ANIMAIS DE COMPANHIA / PERSPECTIVAS CLÍNICAS - Pfizer Divisão de Saúde Animal.
Autorização
para publicação: Francisco E. Rocha - Pfizer Saúde Animal