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CLAMIDIOSE FELINA
Chlamydia psittaci foi isolada pela primeira vez em 1942 nos Estados Unidos. Essa foi a primeira patogenia respiratória isolada de um gato.
Chlamydia sp pode ser encontrada em combinação com herpesvirus felino e calicivirus felino. As observações clínicas indicam que a clamidiose é uma doença primariamente conjuntival, podendo evoluir para doença respiratória.
PATOGENIA E SINAIS CLÍNICOS:
A Chlamydia sp se multiplica no citoplasma das células do epitélio conjuntivo, causando a sua ruptura e liberando organismos que irão infectar outras células epiteliais. Os gatos adultos podem apresentar a infecção, porém a doença aparece mais freqüentemente em filhotes e gatos jovens. Os filhotes são mais afetados entre 1 mês e três meses de idade, e podem apresentar episódios recorrentes de conjun- tivite. O período de incubação pode chegar a 10 dias. No início apresenta-se somente uma leve descarga ocular serosa e blefaroespasmo, evoluindo para uma descarga ocular purulenta bilateral, corrimento nasal também purulento e espirros ocasionais. A hipertermia pode estar presente durante vários dias no estágio inicial. A conjunti- vite pode persistir por 2 meses ou mais. Viroses respiratórias podem agravar o quadro de infecção por Chlamydia sp e concomitantemente agravar a conjuntivite. A infecção por Chlamydia sp já foi relatada em mucosa gástrica e trato genital, mas o significado clínico permanece desconhecido.
EPIDEMIOLOGIA:
A clamidiose é transmitida entre os gatos por contato direto com as descargas nasais e conjuntivais . A Chlamydia sp pode também ser excretada através das fezes e flui- dos vaginais.
DIAGNÓSTICO:
O diagnóstico pode ser realizado através de culturas de swab conjuntival, teste de ELISA e pesquisa de anticorpos, além da observação clínica e histórico do animal.
TRATAMENTO:
As tetraciclinas são consideradas as drogas de eleição para o tratamento da clami- diose felina. A doxiciclina, recentemente introduzida no meio veterinário, apresenta a vantagem da aplicação única ao dia. A antibioticoterapia deve persistir por 2 sema- nas após o desaparecimento de todos os sintomas. Se o animal afetado estiver em contato com outros gatos, todos os contactantes deverão receber o mesmo trata- mento.
PREVENÇÃO:
Um manejo adequado deve ser seguido para prevenir a infecção local por Chlamydia sp. Todos os animais novos que serão introduzidos em um ambiente contendo outros gatos deverão passar por um isolamento de pelo menos 6 semanas.
Uma vez que a epidemia se instalou no ambiente, a infecção pode persistir por meses ou anos.
CONTROLE:
1. Tratamento de todos os animais infectados e contactantes.
2. Vacinação - Vacina quádrupla felina.
3. Manejo adequado e boa higiene geral.
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